DANILO

ROCHA

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CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL - NOVO - MG

PRAZER, DANILO

As bandeiras que eu levo pra Brasília:

Meu nome é Danilo Rocha, sou de Belo Horizonte e sou motorista de aplicativo.

Eu não cheguei na política por cima. Já tentei antes e não me elegi. No meio do caminho o meu negócio fechou, e eu fui pro volante pra pagar as contas. E foi dentro do carro que eu entendi esse país melhor do que em qualquer campanha que eu já tinha feito.

Todo dia entra alguém no meu carro e me conta uma coisa que não conta pra mais ninguém.

Um motorista que perdeu duzentos mil reais em aposta e não consegue mais parar. Um homem que roda há oito anos e ganha hoje exatamente o mesmo que ganhava no primeiro dia. Uma corrida em que o passageiro pagou duzentos reais e o motorista recebeu noventa.

Eu comecei a gravar essas conversas — virou o Papo de Trecho — e é isso que sustenta a minha candidatura. Não é o que eu falo. É o que as pessoas falam quando alguém finalmente pergunta.

Eu sou do NOVO por duas coisas simples: o Estado tem que caber no bolso de quem trabalha, e quem entra na política tem que ter hora pra sair.

1. Voz de quem trabalha por conta própria.

Aplicativo, MEI, autônomo, diarista, entregador. Metade do Brasil trabalha assim: sem patrão, sem décimo terceiro, sem férias e sem nada embaixo se cair. Eu quero uma aposentadoria pensada pra quem não tem patrão, piso mínimo para o motorista de aplicativo, e ponto de apoio nas cidades onde hoje só existe multa. E quero começar a discutir agora uma coisa que ninguém em Brasília está discutindo: o carro autônomo já roda nos Estados Unidos, e quando ele chegar aqui vai levar primeiro a corrida boa e deixar a corrida ruim pro trabalhador. Automatizou, pagou.

2. Guerra à bet predatória.

Eu nunca apostei um real na vida. Eu não falo disso porque eu caí, falo porque eu vi gente cair dentro do meu carro. As famílias brasileiras perderam mais de sessenta bilhões de reais para as bets em um ano. Eu não recebo um centavo desse setor, e é por isso que eu posso brigar por quem não tem defesa: criança, adolescente e quem já está endividado.

3. Simplificação.

Este país editou mais de oito milhões de normas desde a Constituição de 1988. Nenhum ser humano dá conta disso — máquina dá. Eu quero usar inteligência artificial para caçar lei inútil e limpar o caminho de quem quer trabalhar e produzir.

4. Mandato de vidro.

Se eu for eleito, eu continuo rodando de aplicativo. Toda vez que eu voltar de Brasília eu ligo o carro e conto para quem sentar do meu lado o que foi votado, quem votou e o que eu votei. Dois mandatos no máximo. E se em 2030 eu não tiver cumprido o que estou falando aqui, o eleitor me tira — e vai estar certo.

(31) 9.916-0084

Contato

@danilorochabh

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